Azeite Castelo de Marvão: o sumo de azeitona galega alentejana

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A Conceito de Peixe tem ao dispor dos nossos queridos fregueses e freguesas, para além do nosso delicioso peixe fresco e selvagem, um azeite de qualidade superior, tipicamente alentejano: o Azeite Castelo de Marvão.

Produzido desde 1945 de forma tradicional e familiar, o olival do Azeite Castelo de Marvão é colhido depois do Dia de Todos os Santos, penteadas as ramas com as mãos e extraido a frio o melhor azeite do mundo. Fino de acidez, cor amarelada/ouro, aroma frutado maduro, suave e extremamente saboroso são a sua imagem de marca.

A matéria-prima – Azeitona Galega

A azeitona galega, que dá origem ao Azeite Castelo de Marvão, cresce no Parque Natural da Serra de São Mamede em pleno Norte Alentejo, lugar conhecido pela diversidade paisagística bem expressa na variedade da sua geologia e do elenco florístico presente. Ocupado por populações paleolíticas, árabes e romanas, cedo se dedicaram à produção do sumo de azeitona.

As azeitonas provêm de oliveiras com centenas de anos e florescem sem adição de produtos químicos e de uma forma 100% natural em zonas de difícil acesso pelo declive do terreno mas com uma excelente exposição solar.

O processo de colheita é manual, segundo os costumes antigos e por os habitantes de Marvão, alguns com mais de 70 anos, que passam o testemunho aos mais novos. Este processo permite colher a melhor azeitona, que muitas vezes se encontra nas árvores com pior acesso e de impossível mecanização.

Quando rececionada no lagar, a azeitona é cuidadosamente escolhida e moída nessa mesma noite, permanecendo em tanques de inox num processo de decantação natural.

O Azeite Castelo de Marvão

O Azeite Castelo de Marvão amadurece segundo as regras antigas com decantação natural, coalha naturalmente em temperaturas inferiores a 15 graus, prova da sua altíssima qualidade, apresenta um aroma frutado maduro, suave e extremamente saboroso. Fino de acidez, apresenta uma cor amarelada/ouro. A Azeite Castelo de Marvão é Ideal para ser degustado, segundo a boa regra alentejana, com “pão e vinho”, mas acompanha também de forma deliciosa o peixe fresco e selvagem da Conceito de Peixe.

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